Moraes Moreira abre o projeto “Poesia e Música no Museu”
Com curadoria de Júlio Diniz, em parceria com o Museu de Congonhas, o projeto pretende aproximar o público de artistas consagrados da MPB. A música popular brasileira ganhará mais espaço este ano no Museu de Congonhas. Com uma proposta irreverente e intercalada por um bate-papo musical, o Centro Cultural inaugura o projeto “Poesia e música no Museu”, com curadoria do especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz. Ao longo da primeira temporada do projeto, grandes nomes da música brasileira como Danilo e Alice Caymmi e Toni Garrido se apresentarão no Museu. Os bate-papos musicais acontecerão sempre às quartas-feiras, às 20h, com ingressos a R$2,00. A iniciativa conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O primeiro encontro acontece no dia 21 de março e recebe o baiano Moraes Moreira, ícone de inúmeras composições e de canções de enorme prestígio, como “Preta Pretinha”, “Pombo Correio”, “Eu sou o carnaval”, “Guitarra baiana”, entre outras. Além disso, Moreira foi o primeiro cantor de trio elétrico cantando no Trio de Dodô e Osmar, em Salvador, e lançou diversos sucessos de músicas de Carnaval, no que se convencionou chamar de “frevo trieletrizado”. Fez parte também do grupo “Novos Baianos”, formado por Paulinho Boca de Cantor, Pepeu Gomes, Dadi, Galvão, Jorginho, Baixinho, Bolacha e Baby, na década de 60. Júlio conta que “a ideia do projeto é simples: cantores, intérpretes e até bandas poderão mostrar o que existe de melhor na música brasileira. E agora temos o privilégio de apresentar esse projeto no belíssimo Museu de Congonhas”. A iniciativa pretende aproximar o público do artista, que, contará sua história e trajetória no meio musical por meio de uma conversa entremeada pela interpretação dos seus maiores sucessos. No dia 11 de abril quem se apresenta é um “pedaço” do talento da família Caymmi. Danilo Caymmi e sua filha Alice Caymmi irão interpretar composições próprias e de Dorival Caymmi (pai de Danilo). O cantor tem uma trajetória intensa no meio musical e já foi autor de muitas trilhas de novelas da Rede Globo como Riacho Doce, Teresa Batista, Corpo e Alma e Mulheres de Areia.
Já Alice começou sua carreira aos 12 anos de idade. Em 2012, seu primeiro álbum de estúdio deu origem a várias apresentações e projetos. O álbum é em maior parte constituído por composições da própria artista, solo ou em parceria, exceto pelas regravações de Dorival Caymmi e Björk. Em janeiro de 2018, lançou a música “Eu te avisei”, em parceria com o cantor Pablo Vittar. Outra atração confirmada é o cantor, compositor e ator, Toni Garrido, que se apresenta em 23 de maio. Famoso pelos sucessos à frente da banda Cidade Negra, como “A Estrada”, “Onde você mora?”, “Pensamento”, “Girassol”, entre outros, ele também se dedica ao cinema, sua segunda paixão. Em 1999, atuou no filme de Cacá Diegues, “Orfeu”, além de ter participado da trilha sonora. Outra canção que, claro, merece destaque é “Solteiro no Rio de Janeiro”, da trilha sonora do filme “Como ser Solteiro”, sua primeira aparição solo. Conheça o projeto O projeto consiste na realização de encontros que têm como objetivo principal levar ao público a arte e o pensamento de nomes representativos da Música Popular Brasileira. Cada encontro é composto de um debate sob a forma de uma “conversa ampliada” com o público e a apresentação de alguns sucessos do artista convidado, interpretados por ele mesmo, ou, se for o caso, acompanhado por um músico renomado. O principal objetivo é o de aproximar o público da trajetória de artistas consagrados por meio de conversas e bate-papos entremeados de performances e canções. Este modelo de evento – um talk-show com histórias, curiosidades e músicas – faz o artista ficar mais próximo da audiência, revelando segredos da sua vida, suas opiniões e valores, a maneira como cria e vê a sua arte, possibilitando o diálogo direto, dinâmico e produtivo com o público.
Ao contar com a mediação de Júlio Diniz, pesquisador, ensaísta e professor universitário, o projeto tem como objetivo ainda ampliar a compreensão da trajetória bem-sucedida dos convidados para além da simples conversa usual, mas trazendo contribuições preciosas para nosso público que poderá contar com preciosas dicas de artistas consagrados que conseguiram vencer nesta carreira cada vez mais difícil. As trocas técnico-artísticas se darão por meio de dicas preciosas que serão provocadas durante os bate-papos organizados pelo evento. A intenção é a de contribuir para que, a partir destes encontros, o público poderá desmistificar muito da aura que cerca a profissão do artista, oferecendo ainda sugestões preciosas para quem busca se profissionalizar na área ou mesmo para o público que poderá entender melhor o trabalho árduo que acontece por trás de carreiras bem-sucedidas. Poesia e Música no Museu Estreia dia 21/03, às 20h, com bate-papo musical com Moraes Moreira, no Museu de Congonhas (Alameda Cidade de Matosinhos de Portugal, 77, Basílica). Informações: 31 3732-2526. Ingressos: R$ 2,00. Com casa cheia Museu de Congonhas recebe ícone da MPB na abertura do projeto “Poesia e Música no Museu” Moraes Moreira apresentou seus maiores sucessos e animou o público que lotou o anfiteatro do Museu de Congonhas. Foi embalado pela música “Meninas do Brasil”, que o cantor baiano Moraes Moreira iniciou o projeto “Poesia e Música no Museu”, nesta quarta-feira, 21 de março. Moreira cantou seus maiores sucessos como “Pombo Correio” e “Preta Pretinha”, e contou um pouco da sua trajetória na música desde o início da sua carreira em Salvador, dos “Novos Baianos” até sua carreira solo. “Congonhas se parece muito com as cidades do interior da Bahia. Que prazer imenso estar nesta cidade e poder levar a vocês um pouco da minha história e da minha música com esse projeto engrandecedor”, disse Moreira. A iniciativa conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O público, que lotou o anfiteatro do Centro Cultural interagiu o tempo todo com o cantor e com o curador do projeto e especialista em MPB, Júlio Diniz. A secretária Simone Santos se emocionou com o que viu. “Uma noite memorável, com cultura, música de boa qualidade, e fazendo jus a esse lugar que é o Museu de Congonhas”, disse. O próximo evento acontecerá no dia 11 de abril e receberá um “pedaço” do sucesso da família Caymmi: Danilo Caymmi e sua filha Alice.
Danilo e Alice Caymmi dão show de musicalidade, simpatia e profissionalismo em apresentação no Museu de Congonhas
Quem foi ao Museu de Congonhas na noite desta quarta-feira, 11, viveu uma experiência musical única: de um lado a vivência de Danilo Caymmi, do outro o frescor e a modernidade de sua filha Alice, e em ambos todo talento musical e poético da família Caymmi, que aliado ao profissionalismo e simpatia fizeram da segunda apresentação do Projeto “Poesia e Música no Museu” inesquecível.
O bate-papo musical cheio de boas histórias da MPB, lembranças e claro, boa música, começou com lotação total no anfiteatro do Museu. Danilo abriu a noite animando o público com o pot-pourri “Maracangalha/O quê que a baiana tem?/Vatapá”, enquanto Alice trouxe a força da sua interpretação nas canções “Yansã” e “Princesa”, quando o público e os artistas foram surpreendidos a chuva, o que não fez com que a noite perdesse o brilho. A equipe técnica do Museu organizou em tempo recorde um novo local para que a apresentação continuasse, o público respondeu a altura, e em massa aguardou a realocação. Os artistas aproveitaram o inesperado para se apresentarem de forma mais intimista, bem mais próximo ao público no espaço alternativo do Museu. O esforço e profissionalismo de toda a equipe proporcionaram ao público à oportunidade de viver em uma só noite duas deliciosas experiências musicais. “Num primeiro instante, burburinhos, olhares atentos, curiosidade para o encontro de duas gerações no palco do museu de Congonhas graças ao “Poesia e Música no Museu”. De um lado a maturidade de Danilo, do outro a jovialidade Alice, pai e filha que carregam e consagram um sobrenome de peso, Caymmi. Danilo, traz o seu jeito divertido e solto de ser, enquanto Alice, traz cor, presença e muita potência visível de um corpo e voz, vivos. Este encontro só poderia resultar numa noite inesquecível na qual até mesmo Yansã, resolveu dar o ar a graça após ouvir a voz de Alice. Sim tivemos chuva, mais com uma grande competência e prontidão a equipe do Museu, disponibilizou um segundo ambiente onde os corações que lá estavam continuaram aquecidos e embalados pela música, poética e astral da família Caymmi. Graças ao esforço e profissionalismo de toda a equipe e curadoria este projeto, vem fazendo de Congonhas e do museu, verdadeiramente, um espaço de encontros e mais que isso um lugar para todos! E que venham os próximos encontros, pois Congonhas respira cultura. Evoé”, disse cheio de entusiasmo o ator e publicitário Hudson Raony. A vendedora Marli de Castro veio de Conselheiro Lafaiete para a apresentação e saiu encantada com o que vivenciou. “Me senti em casa, em um ambiente acolhedor. O Museu de Congonhas nos proporciona momentos de cultura e nos dá a oportunidade de conhecer artistas tão influentes na música. Adorei o bate-papo, foi realmente enriquecedor”, afirmou. “O Museu é um lugar maravilhoso, é um prazer enorme estar aqui novamente e viver essa troca com o público” disse Danilo Caymmi em sua segunda apresentação no Museu de Congonhas. Alice esteve no Museu pela primeira vez e também se encantou com local, “aqui é realmente muito especial”, disse a cantora. A iniciativa conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e tem a curadoria do especialista em MPB Júlio Diniz que conduz a os batepapos. A próxima edição do projeto “Poesia e Música no Museu” será realizada no dia 23 de maio com o cantor Toni Garrido.
Museu de Congonhas recebe mais um ícone da música brasileira no Poesia e Música no Museu
O carioca e vocalista da Banda Cidade Negra, Toni Garrido apresentará grandes sucessos que prometem agitar o público. Moraes Moreira e duas gerações da família Caymmi: Danilo e Alice já fizeram do “Poesia e Música no Museu” um grande sucesso. Agora será a vez de Toni Garrido, vocalista da banda Cidade Negra, trazer toda a sua ginga e simpatia para o projeto. Toni é cantor, compositor e ator. Famoso pelos sucessos “A Estrada”, “Onde você mora?”, “Pensamento” e “Girassol”, ele também se dedica ao cinema, sua segunda paixão. O bate-papo musical, com curadoria do especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz, acontece no dia 23 de maio, às 20h. Os ingressos, limitados, custam R$2,00, e estão disponíveis para venda no Centro Cultural. O evento conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Em cada encontro o Poesia e Música no Museu aproxima o público da trajetória de artistas consagrados por meio de um bate-papo entremeados de performances e canções. Ao contar com a mediação de Júlio Diniz, pesquisador, ensaísta e professor universitário, o projeto amplia a compreensão da carreira bem-sucedida dos convidados para além da simples conversa usual. A intenção é desmistificar muito da aura que cerca a profissão do artista, oferecendo ainda sugestões para quem busca se profissionalizar na área.
Serviço: Poesia e Música no Museu 23/05, às 20h, com bate-papo musical com Toni Garrido, no Museu de Congonhas (Alameda Cidade de Matosinhos de Portugal, 77) – (31) 3732-2526.
Joyce Moreno abre as comemorações do Mês do Aleijadinho com muita elegância e boa música
O bate-papo musical com Joyce Moreno, que integra o projeto Poesia e Música no Museu de Congonhas, abriu as comemorações do Mês do Aleijadinho na noite desta quinta-feira, 16. A cantora, compositora e instrumentista trouxe toda a intensidade das suas composições e sua voz maravilhosa que relembrou, com o público, canções de sucesso da MPB. Joyce falou sobre seus 50 anos de carreira e de uma bagagem de mais de 400 composições, 44 discos e muitos prêmios, que fizeram dela conhecida internacionalmente. A cantora também tratou de questões ligadas ao feminismo e ao protagonismo da mulher na música. A corretora de imóveis Maria do Perpétuo Socorro veio de Belo Horizonte somente para curtir a apresentação da Joyce Moreno. “Muito rico, maravilhoso! Valeu muito a pena sair de Bh para participar. É a primeira vez que venho nesses eventos aqui no Museu e se Deus quiser estarei aqui no próximo”, afirmou Maria. O batepapo musical, com curadoria do especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz, conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
Mês do Aleijadinho
Dando continuidade às comemorações pelo aniversário do Mestre, na próxima terça-feira, 21, o Museu de Congonhas inaugura, às 19h, a exposição “Ó Minas Gerais”, de Júlia Pontes. Às 20h, Titane e Túlio Mourão apresentam o show “Paixão e Fé”, no anfiteatro do Centro Cultural. No dia 22, o Grupo de Dança 1° Ato apresenta o espetáculo “Passagem”, às 16h30, no adro da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Nessa mesma data, a carreta do “Conhecer para Cuidar” vai estacionar no Terminal Rodoviário, onde ficará até o dia 29, das 8h às 18h. O projeto busca proporcionar a interação com o patrimônio, por meio da montagem de uma maquete em miniatura de papel da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em três dimensões – que dão forma às construções dos patrimônios e são montadas durante as oficinas do projeto. A exposição da artista Lyria Palombini também faz parte do “Mês do Aleijadinho” e será aberta à visitação no dia 23, às 20h, no Museu de Congonhas. Por fim, no dia 28, às 18h30, na Igreja da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, será celebrada uma missa cantada em homenagem a Aleijadinho, com participação do Coral Cidade dos Profetas. Na ocasião, o Coral relançará em todas as plataformas virtuais, o primeiro CD: Missa em Fá de Lobo de Mesquita.
Tony Belloto da Banda Titãs participa de bate-papo musical e lança seu 10º livro no Museu de Congonhas
O Projeto Poesia e Música no Museu já é um grande sucesso de público e crítica. Com as presenças de Moraes Moreira, Danilo e Alice Caymmi, Toni Garrido e Joyce Moreno se consolidou com um dos melhores projetos da região na área musical. Agora, para encerrar a primeira temporada de apresentações em grande estilo, traz o consagrado músico da Banda Titãs, Tony Bellotto. O artista, que também é escritor, já publicou nove livros e na ocasião lançará nacionalmente, aqui no Museu de Congonhas, sua décima obra, “Lô”. O bate-papo musical com curadoria do especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz e o lançamento do livro “Lô” acontecem na próxima quinta-feira, 20 de setembro, às 20h. Os ingressos, limitados, custam R$2,00, e estão disponíveis para venda no Museu de Congonhas. O evento, que conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, faz parte da programação especial que o Museu de Congonhas preparou para o período do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.
Tony Bellotto é músico, compositor e escritor, guitarrista dos Titãs desde 1982, com o qual já lançou 23 discos. O mais recente trabalho com os Titãs é a ópera rock, “Doze Flores Amarelas”. As músicas do espetáculo estão disponíveis nas plataformas de streaming, e o CD/DVD sai este mês, junto com a turnê.
Bellotto estreou na literatura em 1995 com Bellini e a esfinge, primeiro de uma série de livros policiais com o detetive Remo Bellini como protagonista. Além destes, a Companhia das Letras publicou os seus romances Machu Picchu (2013), No buraco (2010), entre outros. Seus livros foram traduzidos e publicados na França, Itália, Portugal e Espanha. O livro “Lô”, que será lançado nacionalmente no Museu de Congonhas, conta a história de um bem-sucedido designer de móveis, que terá a sua paz completamente devassada pela namorada adolescente do filho, em uma mistura de comédia de costumes, sátira social e narrativa de crime. Para 2019, o escritor já tem um novo romance programado, “O Coração Oculto”.
Em cada encontro o “Poesia e Música no Museu” aproxima o público da trajetória de artistas consagrados por meio de um bate-papo entremeados de performances e canções. Ao contar com a mediação de Júlio Diniz, pesquisador, ensaísta e professor universitário, o projeto amplia a compreensão da carreira bem-sucedida dos convidados para além da simples conversa usual. A intenção é desmistificar muito da aura que cerca a profissão do artista, oferecendo ainda sugestões para quem busca se profissionalizar na área.
Com todo o talento e simpatia de Tony Bellotto “Poesia e Música no Museu de Congonhas” encerra 1ª temporada de apresentações
Uma noite para guardar na memória, assim foi esta quinta-feira, 20, no Museu de Congonhas. O projeto Poesia e Música no Museu encerrou a 1ª temporada de apresentações e não poderia ter escolhido artista melhor para esse momento: Tony Bellotto, que acolheu e foi acolhido pelo público com muito carinho. Nesta noite não faltaram canções que deixaram um gostinho de nostalgia no ar.
Conduzido pelo especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz, o bate-papo com o músico foi regado a muita simpatia e bom senso e levantou temas sociais, e da carreira e vida de Bellotto. Além disso, o evento marcou o lançamento nacional do novo livro de Tony, que também exibe uma carreira de sucesso na literatura, o romance “Lô”.
O Projeto Poesia e Música no Museu de Congonhas é um grande sucesso de público e crítica e esse ano recebeu os artistas Moraes Moreira, Danilo e Alice Caymmi, Toni Garrido, Joyce Moreno e agora, Tony Bellotto. O evento, que conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, se consolidou como um dos melhores projetos da região na área musical. Em cada encontro o projeto aproxima o público da trajetória de artistas consagrados por meio de um batepapo entremeados de performances e canções. A equipe do Museu de Congonhas está trabalhando para viabilizar a realização de uma nova temporada em 2019.
O professor Wagner Pizani está sempre presente no Museu de Congonhas e confirmou o sucesso do projeto. “Participo do Poesia e Música desde a primeira apresentação. Acho maravilhoso! Aqui é um ponto de encontro cultural que poucas cidades tem. Tenho muito que parabenizar o Museu pela iniciativa. Hoje foi excelente, bem intimista. Todo mundo teve a oportunidade de participar, inclusive eu que fiz uma pergunta paro Tony e ele respondeu com toda a simpatia. Essa intimidade com o artista torna esse projeto ainda mais mágico e encantador”, afirmou Pizani.
Tony Bellotto é músico, compositor e escritor, guitarrista dos Titãs desde 1982, com o qual já lançou 23 discos. O mais recente trabalho com os Titãs é a ópera rock, “Doze Flores Amarelas”. Bellotto estreou na literatura em 1995 e com o livro “Lô”, já publicou nove obras.
Durante o evento, Bellotto confidenciou que já tem um novo romance previsto para 2019 com o título “O Coração Oculto”. A noite também foi marcada pela reflexão sobre a preservação da arte, cultura, história e patrimônio. O curador do projeto Júlio Diniz é carioca e leu uma carta, escrita por ele, em luto pelo incêndio que destruiu o Museu Nacional no Rio de Janeiro este mês. O assunto foi também uma das pautas do bate-papo que reuniu temas diversos como a vida pessoal de Belloto e a família que formou com a atriz Malu Mader, seus filhos e netos, sua carreira como músico, escritor e compositor, sua relação com a literatura, além de relembrar momentos e casos marcantes da história da banda Titãs.
Tony Bellotto também fez questão de autografar livros, fazer fotografias com os fãs e deixar o seu agradecimento, “fui muito bem recebido em Congonhas, pelo Museu, por vocês. Estou muito feliz. Obrigado!”.
